Leituras literárias: escritas e diálogos intermidiáticos

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

PLANO DE AULA Nº 05
Escola: Colégio Estadual João Mosmann
Professores/ bolsistas: Ana Lúcia F. Carvalho, Dieila dos Santos e Lilian K. Amaral.
Data: 27/05 e 03/06/15          Carga horária: 4 horas/aula
Turma: 201                           Professora/ supervisora: Viviana Kunst

Assunto: Projeto “Um resgate para a valorização de etnias e identidades: estudo acerca das culturas em uma turma do 2° ano do ensino médio politécnico de rede pública”.

Conteúdo: Pesquisa sobre as comidas típicas, moda, música e religião da cultura africana.

Objetivos:
ü  Assistir o vídeo Eu sou de lá, retirado do youtube, por meio do Data Show, a fim de conhecer melhor a cultura africana.
ü  Pesquisar a cultura africana em pontos específicos, como comidas típicas, moda, música e religião por meio da internet, a fim de que seja conhecida e apreciada.
ü  Apresentar aos colegas de forma dinâmica as pesquisas realizadas, caracterizando-se conforme o item escolhido, com o intuito de que todos os colegas aprendam um pouco sobre a cultura africana.

Metodologia:
Atividade 1: As professoras bolsistas passarão o vídeo Eu sou de lá, dirigido por Felipe Lima, retirado do site Youtube.com, por meio do Data Show.  

Atividades 2: Logo após, levarão os alunos até a sala de informática da escola, e pedirão que pesquisem, em grupos, sobre as comidas típicas, moda, música e religião da cultura africana.

Atividade 3: Depois de pesquisarem, os alunos se organizarão para que a pesquisa seja apresentada na próxima aula de maneira diferente. Quem pesquisar sobre comida típica, terá que fazer e trazer aos colegas o prato. Quem pesquisar sobre moda, confeccionará de retalhos e outros tecidos roupas parecidas com as africanas. E assim por diante.

Recursos:
- Lápis, borracha, caneta
- Sala de Informática
- Data Show

Avaliação:
Será satisfatório se os alunos pesquisarem sobre a cultura africana e apresentarem de maneira diferenciada.
                                          Apresentando um prato típico africano "Bolo africano"
                                                       
                                                                    Bolo Africano
                                                                          Moda





PLANO DE AULA Nº 04
Escola: Colégio Estadual João Mosmann
Professores/ bolsistas: Ana Lúcia F. Carvalho, Dieila dos Santos e Lilian K. Amaral.
Data: 13 e 20/05/15   Carga horária: 4 horas/aula
Turma: 201                           Professora/ supervisora: Viviana Kunst

Assunto: Projeto “Um resgate para a valorização de etnias, raças e identidades: estudo acerca das culturas em uma turma do 2° ano do ensino médio politécnico de rede pública”.
Conteúdo: Leitura, interpretação textual e pesquisa, a partir do poema Encontrei minhas origens, de Oliveira Silveira.
Objetivos:
ü  Assistir o vídeo Como as crianças africanas encantam o mundo com música e dança, retirado do youtube, por meio do Data Show, a fim de que se motive a conhecer a cultura africana.
ü  Comentar e discutir as questões de pré-leitura, por meio da oralidade, com intuito de despertar a curiosidade do texto a ser lido.
ü  Ler o poema Encontrei Minhas Origens, de Oliveira Silveira, silenciosamente, em folha fotocopiada, para que seja conhecido o texto a ser trabalhado e para que seja apreciado o gênero poema.
ü  Responder as questões de interpretação textual, em folhas fotocopiadas, a fim de que tenha uma melhor compreensão do texto.
ü  Pesquisar a vida de alguns heróis africanos, utilizando a internet, para que tenha um conhecimento maior sobre a vida deles e seja percebido a influência dessa cultura no Brasil.


Metodologia:
Atividade 1: Como atividade de motivação, as professoras passarão o vídeo, retirado do youtube.com, Como as crianças africanas encantam o mundo com música e dança.

Atividades 2: Depois, farão as seguintes questões de pré-leitura:
1)      Quanto ao gênero, como você classificaria o texto com que vamos trabalhar? Por quê?
2)      Pelo título, você imagina que o poema fale sobre o quê?
3)      Se lhe fosse pedido para escrever um poema sobre suas origens, de que você falaria?
4)      Você sabe qual é a sua descendência?

Atividade 3: Primeiramente, as professoras declamarão o poema Encontrei Minhas Origens, de Oliveira Silveira à turma, e, logo após, farão uma leitura silenciosa dele. 

Encontrei minhas origens
Oliveira Silveira (*)

Encontrei minhas origens
Em velhos arquivos
Livros

Encontrei
Em malditos objetos
Troncos e grilhetas

Encontrei minhas origens
No leste
No mar em imundos tumbeiros

Encontrei
Em doces palavras
Cantos

Em furiosos tambores
Ritos

Encontrei minhas origens
Na cor de minha pele
Nos lanhos de minha alma

Em mim
Em minha gente escura
Em meus heróis altivos

Encontrei
Encontrei-as, enfim
Me encontrei.

(*) O professor, poeta e pesquisador gaúcho Oliveira Ferreira da Silveira foi o idealizador do Dia da Consciência Negra.

Atividade 4: Ao término da leitura, as professoras entregaram fotocópias com questões de interpretação textual e, algumas delas, gramaticais.
1)      Identifique as palavras cujo sentido você desconhece, procurando esclarecê-los, por meio do dicionário.
2)      Você sabe o que significa a palavra etnia? Se não, pesquise no dicionário, pois, a partir de hoje, estudaremos sobre as etnias.
3)      O que caracteriza esse texto como um poema?
4)       A partir da leitura do poema, é possível identificar qual é a cor da pele do eu-lírico? Justifique a sua resposta.
5)      De que maneira os adjetivos velhos, malditos e imundos caracterizam os substantivos, no poema? Cite adjetivos que se trocados no texto caracterizariam de maneira contrária os substantivos.
6)      Você acha importante saber da sua origem? Seus pais ou a sua família comentaram contigo alguma vez sobre ela?
7)      No seu ponto de vista, é importante preservar as origens? Comente.
8)      Já sofreu algum tipo de preconceito devido a sua etnia? Se sim, relate o fato.

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.” (MANDELA, 2008. p.1)

Atividade 5:  Após todos os alunos responderem as questões, as professoras corrigirão, juntamente com a turma, tecendo alguns comentários a partir das respostas obtidas pelos alunos.
Atividade 6:  Ao término das atividades, as professoras entregarão outra folha com o enunciado, abaixo, e levarão os alunos à Sala de Informática da escola, pedindo que, cada grupo, pesquise sobre um herói negro.
1)                                          em meus heróis altivos
                                                encontrei
                                        encontrei-as enfim
                                             me encontrei

No trecho, acima, o eu-lírico fala de seus heróis, dentre esses heróis negros (ou descendentes de negros) podemos citar Chiquinha Gonzaga, Cruz e Souza, Lima Barreto, Zumbi, Machado de Assis, Mário de Andrade... Escolha um desses heróis brasileiros e pesquise sobre sua vida e faça sobre eles um texto biográfico, destacando, entre outros aspectos: o nome completo, a data e o local de nascimento, nome dos pais, acontecimentos importantes na sua infância, adolescência e idade adulta, atividade e/ou emprego que se destacou e a importância de sua figura para o nosso país, entre outros.

Recursos:
- Fotocópia do poema
- Lápis, borracha, caneta
- Fotocópia das questões de interpretação textual
- Sala de PDE
- Sala de Informática
- Data Show
- Internet

Avaliação:

Será satisfatório se os alunos discutirem sobre o poema, responderem as questões de interpretação textual, e demonstrarem interesse em pesquisar sobre alguns heróis afrodescendentes. Cada aluno será avaliado individualmente, por meio da observação das professoras. 
PLANO DE AULA Nº 03
Escola: Colégio Estadual João Mosmann
Professores/ bolsistas: Ana Lúcia F. Carvalho, Dieila dos Santos e Lilian K. Amaral.
Data: 29/04/15           Carga horária: 2 horas/aula
Turma: 201                           Professora/ supervisora: Viviana Kunst

Assunto: Leitura e interpretação textual do poema “Música Brasileira”, de Olavo Bilac.
Conteúdo: Introdução ao projeto “Um resgate para a valorização de etnias, raças e identidades: estudo a cerca das culturas no 2° ano do ensino médio”.

Objetivos:
ü  Assistir o vídeo “Cultura, diferença, identidade”, youtube.com, por meio do Data Show, a fim de que motive e faça refletir sobre as diferenças.
ü  Discutir o vídeo, oralmente, com o intuito de perceber vários olhares e pensamentos a respeito da valorização das etnias, raças e identidades.
ü  Ler o poema “Música Brasileira”, de Olavo Bilac, por meio de folhas fotocopiadas, silenciosamente, a fim de relacionar com o assunto em questão e instigar à leitura.
ü  Discutir o poema, por meio da oralidade, para que o possa ser compreendido em um todo, ao partilhar as diferentes interpretações.
ü  Procurar no dicionário as palavras que não são conhecidas no poema, com o intuito de ampliar o vocabulário e ter um entendimento maior do texto.
ü  Solicitar que pesquisem, em casa, sobre o que é etnia, e as quais são as diferentes etnias que existem, por meio de livros e internet, a fim de que seja intermediado à busca ao conhecimento, no ato de pesquisar.
ü   Escolher uma música que goste e que represente uma cultura, a fim de apresentar aos colegas, por meio do Data Show.
ü  Pesquisar a origem desse gênero musical, com o intuito de compreender melhor a relação da música escolhida com a cultura representada, por meio de buscas na internet realizadas no laboratório de informática da referida escola;
ü  Apresentar a pesquisa realizada anteriormente juntamente com a música, a fim de inteirar os demais alunos em relação as diferentes culturas musicais.


Metodologia:
Atividade 1: As professoras passarão o vídeo “Cultura, diferença, identidade”, youtube.com, por meio do Data Show. Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=YFW2NLDs5ng

Atividades 2: Discutir o vídeo, oralmente, com toda a turma, levantando questionamentos e olhares a respeito das etnias, raças e identidades.
Atividade 3: Ler o poema “Música Brasileira”, de Olavo Bilac, por meio de folhas fotocopiadas, silenciosamente.
Música brasileira
Olavo Bilac
Tens, às vezes, o fogo soberano
Do amor: encerras na cadência, acesa
Em requebros e encantos de impureza,
Todo o feitiço do pecado humano.
Mas, sobre essa volúpia, erra a tristeza
Dos desertos, das matas e do oceano:
Bárbara poracé, banzo africano,
E soluços de trova portuguesa.
És samba e jongo, xiba e fado, cujos
Acordes são desejos e orfandades
De selvagens, cativos e marujos:
E em nostalgias e paixões consistes,
Lasciva dor, beijo de três saudades,
Flor amorosa de três raças tristes.

Atividade 4: Discutir o poema com a turma, oralmente, para que o possa ser partilhado diferentes interpretações.
Atividade 5: As professoras pedirão que os alunos procurarem no dicionário as palavras que não são conhecidas, por eles, no poema, para que possam ampliar o vocabulário.
Atividade 6:  As docentes pedirão que os alunos pesquisem, em casa, sobre o que é etnia, e as quais são as diferentes etnias que existem, por meio de livros e internet.
Atividade 7:  Os alunos escolherão uma música que seja do agrado deles para pesquisarem sobre a sua origem cultural.
Atividade 8: depois da música escolhida, eles deverão pesquisar seu gênero e origem.

Atividade 9:  Apresentar, por meio do data show, a pesquisa estudada.

Recursos:
- Sala de PDE;
- lápis, borracha e caneta;
- Poema fotocopiado;
- Dicionários;
- Livros e internet.
Avaliação:
Será satisfatório se os alunos participarem da discussão oral, da leitura do poema e da pesquisa que será feita em casa. Cada aluno será avaliado individualmente, por meio da observação das professoras.


PLANO DE AULA Nº 02
Escola: Colégio Estadual João Mosmann
Professores/ bolsistas: Ana Lúcia F. Carvalho, Dieila dos Santos e Lilian K. Amaral.
Data: 22/04/15           Carga horária: 2 horas/aula
Turma: 201                           Professora/ supervisora: Viviana Kunst

Assunto: Leitura de texto, debate oral e produção textual.
Conteúdo: Debate oral da crônica “Dos ficantes aos namoridos”, de Martha Medeiros.
Objetivos:
ü  Apresentar slides com todas as etapas da nossa vida, com o tema “Ficar ou namorar?”, por meio do Data Show, a fim de que os motive ao falar do assunto.
ü  Escutar da música Amor Pra Recomeçar < https://www.youtube.com/watch?v=uVbq3fjXKew&list=RDuVbq3fjXKew>, retirado do Youtube, dirigido por Camila Angelina Paulina da Silva, de maneira que se sintam bem e à vontade para expor as suas ideias e opiniões.
ü  Ler o texto “Dos ficantes aos namoridos”, de Martha Medeiros, silenciosamente e depois em conjunto, no Data Show, para que incentive à leitura literária.
ü  Dialogar e debater sobre a crônica e o assunto em questão, tendo como elementos chaves algumas questões norteadoras, apresentadas no Data Show¸ com o intuito de despertar a criticidade.
ü  Produzir um cartaz em duplas, utilizando folha de ofício e canetas coloridas, com as suas principais ideias sobre o ato de ficar, namorar e casar/juntar, a fim de que se sintam com liberdade de escrever e/ou desenhar o que pensam.



Metodologia:
Atividade nº1: As professoras apresentarão, no Data Show, alguns slides mostrando todas as etapas de nossas vidas, e, no final, falando sobre o ato de ficar, namorar, casar/juntar, e, ao mesmo tempo, dialogando com os alunos.
Atividades nº 2: Após o diálogo com os alunos, as professoras colocarão, no Data Show, a música Amor Pra Recomeçar, para escutar e assistir as imagens do vídeo, no site youtube.com.
Atividade 3: A turma lerá o texto “Dos ficantes aos namoridos”, de Martha Medeiros, primeiro, silenciosamente, depois, em conjunto, por meio do Data Show.
Dos ficantes aos namoridos –

Se você é deste século, já sabe que há duas tribos que definem o que é um relacionamento moderno.
Uma é a tribo dos ficantes. O ficante é o cara que te namora por duas horas numa festa, se não tiver se inscrito no campeonato “Quem pega mais numa única noite”, quando então ele será seu ficante por bem menos tempo — dois minutos — e irá à procura de outra para bater o próprio recorde. É natural que garotos e garotas queiram conhecer pessoas, ter uma história, um romance, uma ficada, duas ficadas, três ficadas, quatro ficadas... Esquece, não acho natural coisa nenhuma. Considero um desperdício de energia.
Pegar sete caras. Pegar nove “mina”. A gente está falando de quê, de catadores de lixo? Pegar, pega-se uma caneta, um táxi, uma gripe. Não pessoas. Pegue-e-leve, pegue-e-largue, pegueeuse, pegue-e-chute, pegue-e-conte-para-os-amigos.
Pegar, cá pra nós, é um verbo meio cafajeste. Em vez de pegar, poderíamos adotar algum outro verbo menos frio. Porque, quando duas bocas se unem, nada é assim tão frio, na maioria das vezes esse “não estou nem aí” é jogo de cena. Vão todos para a balada fingindo que deixaram o coração em casa, mas deixaram nada. Deixaram a personalidade em casa, isso sim.
No entanto, quem pode contra o avanço (???) dos costumes e contra a vulgarização do vocabulário? Falando nisso, a segunda tribo a que me referia é a dos namoridos, a palavra mais medonha que já inventaram. Trata-se de um homem híbrido, transgênico.
Em tese, ele vale mais do que um namorado e menos que um marido. Assim que a relação começa, juntam-se os trapos e parte-se para um casamento informal, sem papel passado, sem compromisso de estabilidade, sem planos de uma velhice compartilhada — namoridos não foram escolhidos para serem parceiros de artrite, reumatismo e pressão alta, era só o que faltava.
Pois então. A idéia é boa e prática. Só que o índice de príncipes e princesas virando sapo é alta, não se evita o tédio conjugal (comum a qualquer tipo de acasalamento sob o mesmo teto) e pula-se uma etapa quentíssima, a melhor que há.
Trata-se do namoro, alguns já ouviram falar. É quando cada um mora na sua casa e tem rotinas distintas e poucos horários para se encontrar, e esse pouco ganha a importância de uma celebração.
Namoro é quando não se tem certeza absoluta de nada, a cada dia um segredo é revelado, brotam informações novas de onde menos se espera. De manhã, um silêncio inquietante. À tarde, um mal-entendido. À noite, um torpedo reconciliador e uma declaração de amor.
Namoro é teste, é amostra, é ensaio, e por isso a dedicação é intensa, a sedução é ininterrupta, os minutos são contados, os meses são comemorados, a vontade de surpreender não cessa — e é a única relação que dá o devido espaço para a saudade, que é fermento e afrodisíaco. Depois de passar os dias se vendo só de vez em quando, viajar para um fim de semana juntos vira o céu na Terra: nunca uma sexta-feira nasce tão aguardada, nunca uma segunda-feira é enfrentada com tanta leveza.
Namoro é como o disco “Sgt. Peppers”, dos Beatles: parece antigo e, no entanto, não há nada mais novo e revolucionário. O poeta Carlos Drummond de Andrade também é de outro tempo e é para sempre. É ele quem encerra esta crônica, dando-nos uma ordem para a vida: “Cumpra sua obrigação de namorar, sob pena de viver apenas na aparência. De ser o seu cadáver itinerante".
Martha Medeiros       
Fonte: Retirado do site < http://pensador.uol.com.br/frase/NTc3NTM/>. Acesso em: 24 nov. 2015.

Atividade 4: As professoras iniciarão um debate sobre o assunto em questão, apresentando algumas imagens e questões norteadoras, e também, comparando o posicionamento da autora e dos alunos.
Atividade 5: Para finalizar a aula, os alunos se organizarão, em duplas, para produzirem um cartaz, utilizando folha de ofício e canetas coloridas, e escreverão sob forma de frases, poema, desenho, charge, entre outros, o seu posicionamento a cerca das relações debatidas no decorrer da aula.
Recursos:
- Sala de PDE;
- lápis, borracha e caneta;
- folha de ofício;
- canetas coloridas.
Avaliação:

Será satisfatório se os alunos participarem ativamente da leitura do texto, do debate oral e da produção textual.  Cada aluno será avaliado individualmente, através do empenho e dinamismo na discussão oral. 
PLANO DE AULA Nº 01
Escola: Colégio Estadual João Mosmann
Professores/ bolsistas: Ana Lúcia F. Carvalho, Dieila dos Santos e Lilian K. Amaral.
Data: 01/04/15           Carga horária: 4 horas/aula
Turma: 201                           Professora/ supervisora: Viviana Kunst

Assunto: Produção textual inicial argumentativa, com o tema “Relações interpessoais”

Objetivos:
ü  Introduzir o tema “Relações interpessoais” a fim de que os alunos percebam como as relações entre os seres humanos é importante.
ü  Assistir o vídeo “A casa de Pequenos Cubinhos”, Youtube, para que se sintam motivados ao escreverem sobre o assunto.
ü  Discutir o vídeo assistido para exporem as suas ideias e opiniões e para que aprendam a escutar e respeitar a opinião do próximo, oralmente.
ü  Dissertar sobre a importância das relações interpessoais, amizades e os vínculos familiares.
ü  Produzir um texto argumentativo com o tema “Relações interpessoais”.

Metodologia:
- Apresentação do vídeo;
- discussão do vídeo“A casa de Pequenos Cubinhos”, disponível em youtube.com;
- produção textual argumentativa.

Recursos:
- Sala de vídeo ou PDE;
- lápis, borracha e caneta;
- folha de redação.

Avaliação:
A avaliação se dará através da participação, colaboração e envolvimento da turma na discussão e produção textual. Cada aluno será avaliado individualmente, através da produção textual argumentativa, que servirá como um levantamento do que mais precisa ser trabalhado ao longo do ano com a respectiva turma.
Atividades propostas:
Atividade nº1:
Para a atividade de motivação “A casa de Pequenos Cubinhos”, com o intuito de aproximá-los ao tema;

Atividades nº 2:
Discussão oral com a turma sobre o vídeo assistido e também sobre a maneira que as pessoas estão se relacionando na escola, trabalho, família, etc;

Atividade 3:
Os alunos produzirão um texto argumentativo com o tema “Relações interpessoais”, e a partir deste tema poderão delimitar o seu texto em uma das relações comentadas na discussão;

Fechamento:

                Para finalizar, serão recolhidos os textos escritos pelos alunos e será avisado que as próximas aulas serão planejadas a partir das maiores dificuldades gramaticais e linguísticas que as professoras/bolsistas encontrarem nas produções deles.