Professores bolsistas: Liana Lamarques, Vanderlei Linden, Vitória Nascimento
Local: Centro de eventos FACCAT
Participação: Colégio Theóphilo Sauer - Turma 173
Data: 30/11/2017
Atividade: Apresentação "O Pequeno Príncipe"
Leituras literárias: escritas e diálogos intermidiáticos
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
domingo, 17 de dezembro de 2017
Plano de aula: "Telegrama" -- Alessandra e Ângela
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO FELIPE MARX
Nomes
dos bolsistas:
Alessandra Oliveira e Angela Berton
Turma: 108
Supervisora: Lisandra
Data: 12/06/2017
PLANO DE AULA
OBJETIVOS GERAIS:
- Trabalhar o telegrama.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Desenvolver a criatividade, a noção lógica e a produção
textual.
METODOLOGIA:
- Iremos à sala de vídeo assistir a um vídeo que discorre
sobre a história do telegrama.
- Após isso, em sala de aula, será lida uma introdução do
assunto com todos.
- Também faremos um pouco sobre o “Código Morse”.
- Em seguida, será solicitado que criem um telegrama para si
falando sobre como gostariam de ser, qual nome ter e/ou onde morar. O telegrama
deverá ser escrito de duas formas: com sua caligrafia habitual e também na
língua do “K”.
CRONOGRAMA:
-
Dois períodos de aprox. 45 minutos cada.
RECURSOS:
- Uma folha para cada com uma breve definição do assunto.
- Uma imagem anexada de um telegrama vazio para ser
preenchido.
- Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=hIN1wH4iYdg
Telégrafo
O telégrafo é um antigo sistema
criado no século XVIII com a intenção de transmitir mensagens em longas
distâncias. Eram transmitidas através de um sistema composto por fios.
A telegrafia foi
inventada por Samuel Finley Breese Morse, nascido
em 27 de abril de 1791,
em Charlestown, Massachusetts, Estados Unidos.
Os telégrafos usavam códigos para que a informação fosse
transmitida de forma confiável e rápida. O principal código utilizado pelos
telégrafos foi o código Morse, que surgiu com a criação de telégrafo elétrico
na década de 1830. Samuel Morse criou e registrou a patente do telégrafo no ano
de 1837.
O Código Morse é um sistema de representação de letras, algarismos e sinais de pontuação através de um sinal codificado enviado
de modo intermitente. Foi desenvolvido por Samuel
Morse em 1835, criador do telégrafo elétrico, dispositivo que
utiliza correntes elétricas para controlar eletroímãs que atuam na emissão e na recepção de
sinais.
Este sistema representa letras, números e
sinais de pontuação apenas com uma sequência de pontos, traços, e espaços.
O código Morse
pode ser transmitido de muitas maneiras: originalmente como pulso elétrico
através de uma rede telegráfica, mas também como tom de áudio, como um sinal de
rádio com pulsos ou tons curtos e longos.
A
Língua do K


PLano de aula: Conto "Rapunzel" - Alessandra e Ângela
ESCOLA
ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO FELIPE MARX
Nomes
dos professores bolsistas: Alessandra de Oliveira e Ângela Berton
Turma:
108
Supervisora:
Lisandra
Data:
22/05/2017
PLANO DE AULA
OBJETIVOS:
- Conhecer o gênero conto, suas
características e sua estrutura.
- Trabalhar a interpretação textual a
fim de desenvolver o senso crítico.
- Criar uma produção de texto acerca do
assunto tratado para desenvolver a criatividade.
- Introduzir o gênero Conto para que
posteriormente possamos trabalhar em cima de alguns contos do livro ¨O filho do
açougueiro¨ para a Feira Literária.
METODOLOGIA:
- Assistiremos, na sala de vídeo, ao
vídeo “A verdadeira história de Rapunzel”.
- Em seguida, faremos uma leitura oral
do conto tratado.
- Explicaremos o que compõe um texto do
gênero conto.
- Após isso, serão feitas uma
interpretação e uma produção textual.
CRONOGRAMA:
- Duas horas de aula.
RECURSOS:
- Sala de vídeo.
- Xerox das questões.
- Material de uso diário dos alunos.
RAPUNZEL
Era uma vez um casal que há muito tempo desejava inutilmente
ter um filho. Os anos se passavam,
e seu sonho não se realizava. Afinal, um belo dia, a mulher percebeu que
Deus ouvira suas preces. Ela ia ter uma criança.
Por uma janelinha que
havia na parte dos fundos da casa deles, era possível ver, no quintal vizinho,
um magnífico jardim cheio das mais lindas flores e das mais viçosas hortaliças.
Mas em torno de tudo se erguia um muro altíssimo, que ninguém se atrevia a
escalar. Afinal, era a propriedade de uma feiticeira muito temida e poderosa
Um dia, espiando pela janelinha, a mulher se
admirou ao ver um canteiro cheio dos mais belos pés de rabanete que jamais
imaginara. As folhas eram tão verdes e fresquinhas que abriram seu apetite. E ela sentiu um enorme desejo
de provar os rabanetes.
A cada dia seu desejo
aumentava mais. Mas ela sabia que não havia jeito de conseguir o que queria e
por isso foi ficando triste e abatida e com um aspecto doentio, até que um dia
o marido se assustou e perguntou:
- O que está acontecendo contigo, querida?
- Ah! - Respondeu ela. - Se não comer um rabanete do jardim
da feiticeira, vou morrer logo, logo.
O marido, que a amava
muito, pensou: "Não posso deixar minha mulher morrer… Tenho que conseguir
esses rabanetes, custe o que custar!
Ao anoitecer, ele encostou uma escada no muro, pulou para o
quintal vizinho, arrancou apressadamente um punhado de rabanetes e levou para a
mulher. Mais que depressa, ela preparou uma salada que comeu imediatamente,
deliciada. Ela achou o sabor da salada tão bom, mas tão bom, que no dia
seguinte seu desejo de comer rabanetes ficou ainda mais forte. Para sossegá-la,
o marido prometeu-lhe que iria buscar mais um pouco.
Quando a noite chegou, pulou novamente o muro, mas, mal pisou
no chão do outro lado, levou um tremendo susto: de pé, diante dele, estava a
feiticeira.
- Como se atreve a entrar no meu quintal como um ladrão, para
roubar meus rabanetes? - Perguntou ela com os olhos chispando de raiva. - Vai ver só o que te espera!
- Oh! Tenha piedade! - Implorou o homem. - Só fiz isso porque
fui obrigado! Minha mulher viu seus rabanetes pela nossa janela e sentiu tanta
vontade de comê-los, mas tanta vontade, que na certa morrerá se eu não levar
alguns. A feiticeira se acalmou e disse:
- Se é assim como diz, deixo você levar quantos rabanetes
quiser, mas com uma condição: irá me dar a criança que sua mulher vai ter.
Cuidarei dela como se fosse sua própria mãe, e nada lhe faltará. O
homem estava tão apavorado, que
concordou. Pouco tempo depois, o bebê nasceu. Era uma menina. A feiticeira
surgiu no mesmo instante, deu à criança o nome de Rapunzel e levou-a embora.
Rapunzel cresceu e se tomou a mais linda criança sob o sol. Quando fez doze
anos, a feiticeira trancou-a no alto de uma torre, no meio da floresta.
A torre não possuía nem escada, nem porta: apenas uma janelinha, no lugar mais alto.
Quando a velha desejava entrar, ficava embaixo da janela e gritava:
- Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
Rapunzel tinha magníficos cabelos compridos, finos como fios
de ouro. Quando ouvia o chamado da velha, abria a janela, desenrolava as
tranças e jogava-as para fora. As tranças caíam vinte metros abaixo, e por elas
a feiticeira subia.
Alguns anos depois, o filho do rei estava cavalgando pela
floresta e passou perto da torre. Ouviu um canto tão bonito que parou
encantado. Rapunzel, para espantar a solidão, cantava para si mesma com sua
doce voz.
Imediatamente o príncipe quis subir, procurou uma porta por
toda parte, mas não encontrou. Inconformado, voltou para casa. Mas o
maravilhoso canto tocara seu coração de tal maneira que ele começou a ir para a
floresta todos os dias, querendo ouvi-lo outra vez.
Em uma dessas vezes, o príncipe estava descansando atrás de
uma árvore e viu a feiticeira aproximar-se da torre e gritar: "Rapunzel,
Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!" E viu quando a feiticeira subiu pelas
tranças.
"É essa a escada pela qual se sobe?" Pensou o
príncipe. "Pois eu vou tentar a sorte. ”
No dia seguinte, quando escureceu, ele se aproximou da torre e bem embaixo da janelinha, gritou:
No dia seguinte, quando escureceu, ele se aproximou da torre e bem embaixo da janelinha, gritou:
- Rapunzel, Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!
As tranças caíram pela janela abaixo, e ele subiu.
Rapunzel ficou muito assustada ao vê-lo entrar, pois jamais
tinha visto um homem. Mas o príncipe falou-lhe com muita doçura e contou como
seu coração ficara transtornado desde que a ouvira cantar, explicando que não
teria sossego enquanto não a conhecesse. Rapunzel
foi se acalmando, e quando o príncipe lhe perguntou se o aceitava como marido,
reparou que ele era jovem e belo, e pensou: "Ele é mil vezes preferível à
velha senhora…" E, pondo a mão dela sobre a dele, respondeu:
- Sim! Eu quero ir com você! Mas não sei como descer… Sempre
que vier me ver, traga uma meada de seda. Com ela vou trançar uma escada e,
quando ficar pronta, eu desço, e você me leva no seu cavalo. Combinaram que ele sempre viria ao cair da noite,
porque a velha costumava vir durante o dia.
Assim foi, e a
feiticeira de nada desconfiava até que um dia Rapunzel, sem querer, perguntou a
ela:
- Diga-me, senhora, como é que lhe custa tanto subir,
enquanto o jovem filho do rei chega aqui num instantinho?
- Ah, menina ruim! - Gritou a feiticeira. - Pensei que tinha
isolado você do mundo, e você me engana? - Na sua fúria, agarrou Rapunzel pelos
cabelos e esbofeteou-a. Depois, com a outra mão, pegou uma tesoura e tec.,
tec.! Cortou as belas tranças, largando-as no chão.
Não contente, a malvada levou a pobre menina para um deserto
e abandonou-a ali, para que sofresse e passasse todo tipo de privação. Na tarde do mesmo dia em que
Rapunzel foi expulsa, a feiticeira prendeu as longas tranças num gancho da
janela e ficou esperando. Quando o príncipe veio e chamou: "Rapunzel!
Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!" Ela deixou as tranças caírem para
fora e ficou esperando. Ao entrar, o pobre rapaz não encontrou sua querida
Rapunzel, mas sim a terrível feiticeira. Com um olhar chamejante de ódio, ela
gritou zombeteira:
- Ah, ah! Você veio buscar sua amada? Pois a linda avezinha não
está mais no ninho, nem canta mais! O gato apanhou-a, levou-a e agora vai
arranhar os seus olhos! Nunca mais você verá Rapunzel! Ela está perdida para
você.
Ao ouvir isso, o príncipe ficou fora de si e, em seu
desespero, se atirou pela janela. O jovem não morreu, mas caiu sobre espinhos
que furaram seus olhos e ele ficou cego.
Desesperado, ficou perambulando pela floresta, alimentando-se
apenas de frutos e raízes, sem fazer outra coisa que se lamentar e chorar a
perda da amada. Passaram-se os anos. Um dia, por acaso, o príncipe chegou ao
deserto no qual Rapunzel vivia, na maior tristeza, com seus filhos gêmeos, um
menino e uma menina, que haviam nascido ali.
Ouvindo uma voz que lhe pareceu familiar, o príncipe caminhou
na direção de Rapunzel. Assim que chegou perto, ela logo o reconheceu e se
atirou em seus braços, a
chorar.
Duas das lágrimas da moça caíram nos olhos dele e, no mesmo
instante, o príncipe recuperou a visão e ficou enxergando tão bem quanto antes
Então, levou Rapunzel e as crianças para seu reino, onde
foram recebidos com grande alegria. Ali viveram felizes e contentes.
Conto dos Irmãos Grimm
ESTRUTURA
DO CONTO NARRATIVO
A narração é um texto que relata uma história
real, fictícia ou uma mescla de dados reais e imaginários. O texto narrativo
apresenta personagens que atuam em um tempo e em um espaço, organizados por um
narrador que os transmite. Tudo na narrativa depende da voz que conta a
história.
Existem
três tipos de foco narrativo:
·
Narrador-personagem:
é aquele que conta a história na qual é participante. Nesse caso ele é narrador
e personagem ao mesmo tempo, a
história é contada em 1ª pessoa.
·
Narrador-observador:
é aquele que conta a história como alguém que observa tudo que acontece e
transmite ao leitor, a
história é contada em terceira pessoa.
·
Narrador-onisciente:
é o que sabe tudo sobre o enredo e as personagens, revelando seus pensamentos e
sentimentos íntimos. Narra em terceira pessoa. É comum que o texto narrativo
apresente a seguinte estrutura:
Apresentação: é a parte do texto em que
são apresentados alguns personagens e expostas algumas circunstâncias da
história, como o momento e o lugar onde a ação se desenvolverá.
Complicação: é a parte do texto em que se inicia
propriamente a ação. Encadeados, os episódios se sucedem, conduzindo ao clímax.
Clímax:
é o ponto da narrativa em que a ação atinge seu momento crítico, tornando o desfecho
inevitável.
Desfecho: é a solução do conflito produzido pelas ações dos personagens.
As personagens têm muita importância na
construção de um texto narrativo,
são elementos vitais. As personagens são principais ou secundárias,
conforme o papel que desempenham no enredo, pode ser apresentado direta ou
indiretamente.
A apresentação direta é quando o personagem
aparece de forma clara no texto, retratando suas características físicas e/ou psicológicas, já a apresentação
indireta se dá quando as personagens aparecem aos poucos e o leitor vai
construindo a sua imagem com o desenrolar do enredo, ou seja, a partir de suas
ações e do modo como age.
Exercícios:
1) Qual é o
clímax do conto lido ¨Rapunzel¨?
2) Qual é o
desfecho da história?
3)
Que tipo de narrador encontramos no conto?
4)
Qual a ¨complicação¨ da história?
5)
Qual é a ¨apresentação¨ do conto?
6)
A apresentação da história é direta ou indireta?
7) Crie uma
produção textual contendo os itens de uma estrutura do gênero conto
(Apresentação direta ou indireta, tipo de narrador, complicação, clímax,
desfecho).
Plano de aula: "A Roupa nova do Imperador" -- Alessandra e Ângela
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO FELIPE MARX
Nomes
dos bolsistas:
Alessandra Oliveira e Angela Berton
Turma: 108
Supervisora: Lisandra
Data: 10/04/2017
PLANO DE AULA
OBJETIVOS:
- Trabalhar a interpretação textual a fim de desenvolver
o senso crítico.
- Criar uma produção de texto acerca do assunto tratado
para que posteriormente possamos trabalhar em cima das principais dificuldades
ortográficas.
METODOLOGIA:
- Levaremos para a sala de aula duas bonecas despidas de
vestimentas para que seja feita uma votação a fim de sabermos qual delas está
“mais bem vestida”.
- Após a votação, será realizada a leitura do conto “A
Roupa Nova do Imperador”, de Hans Christian Andersen.
- Em um terceiro momento, efetuar-se-á uma interpretação
textual acerca do texto lido.
- Por fim, executar-se-á uma produção de texto referente
ao assunto.
CRONOGRAMA:
-
Duas horas de aula.
RECURSOS:
- Duas bonecas despidas de vestimentas.
- Folhas xerocadas com o conto “A Nova Roupa do
Imperador”, de Hans Christian Andersen.
- Questões sobre o assunto.
QUESTÕES:
1) Você
tem muitas roupas?
2) Você
gosta de sair para comprar roupas novas? Por quê?
3) Você
gosta de sair pra passear com roupas novas? Por quê?
4) Você
gostaria de poder usar um traje diferente todos os dias? Por quê?
5) No
interior de Taquara existe um clube de campo chamado “Colina do Sol”, onde os
habitantes são adeptos do naturalismo (não usam roupas). Qual a sua opinião
sobre o assunto? Você teria coragem de passar a viver de tal maneira? Por quê?
6) O Imperador
da história não queria reconhecer que estava completamente nu na frente de seus
súditos, pois tinha receio de que pudesse ser alvo de chacotas, o que acabou
acontecendo no final. O que você faria se estivesse no lugar do Imperador? Dê
sua opinião:
7) Construa
um final alternativo à história, sem esquecer-se de dizer o que houve com o
imperador, o ministro e também com os dois vigaristas: (mínimo 20 linhas)
Plano de aula: "A lenda dos quadros das crianças que choram" -- Alessandra e Ângela.
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO FELIPE MARX
Nomes
dos bolsistas:
Alessandra Oliveira, Anderson e Angela Berton
Turma: 108
Supervisora: Lisandra
Data: 03/04/2017
PLANO DE AULA
OBJETIVOS GERAIS:
- Trabalhar a lenda dos
“quadros das crianças que choram”.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
-
Desenvolver a criatividade e a produção textual.
METODOLOGIA:
-
Em grupos, os alunos receberão algumas imagens dos quadros das crianças que
choram, para que em seguida, comentem o que pensam sobre.
-
Após isso, receberão os textos para serem lidos em conjunto com a classe.
-
Ao término da leitura, será feita uma produção textual: os alunos criarão uma
nova versão para a lenda.
CRONOGRAMA:
-
Dois períodos de aprox. 45 minutos cada.
RECURSOS:
-
Duas versões da história dos quadros das crianças que choram (a lenda e sua
variação).
- Imagens xerocadas de alguns quadros das crianças que
choram.
A lenda
Nos anos 80, diversas casas misteriosamente
pegaram fogo na Inglaterra, em eventos que muitas vezes causaram a morte de
alguns dos moradores. Estranhamente todas as casas tinham uma assustadora
coincidência - a presença de um quadro de uma criança chorando. Este quadro
sempre permanecia intacto após o incêndio, mesmo nos ambientes mais destruídos.
A lenda do quadro das crianças
que choram começou na Inglaterra, e dizia que o pintor responsável pelos
quadros, o italiano Giovanni Bragolin, estava na miséria. Desesperado, ele
apelou para um pacto demoníaco. Mas ele foi esperto. Ao invés de oferecer sua
alma, ele ofereceu as almas de quem comprasse seus quadros.
Na noite do pacto, Giovanni teve
um sonho, onde 28 crianças foram torturadas e sacrificadas num tipo de ritual,
onde elas choravam e imploravam por clemência.
No dia seguinte, ele pegou tinta
e tela e começou a fazer as pinturas para depois vende-las. As pinturas fizeram
muito sucesso, e logo os quadros de Giovanni começaram a serem reproduzidos
em série, tal como esses quadros que podemos comprar hoje em dia nesses bazares
de esquina. Bragolin usou formas subliminares para mostrar que
as crianças estavam mortas. A principal seriam as pupilas dilatadas.
Relatos contam que assim que os
quadros são levados para casas, os maus agouros iam junto. Pessoas perdiam
empregos, adoeciam. Quando os quadros já estavam numa quantidade considerável
de lares, os incêndios começaram. Os bombeiros nunca conseguiam encontrar a
causa, até que começaram a associar ao quadro pois, mesmo numa residência
reduzida a cinzas, ele nunca era muito afetado.
O tabloide Sun, e em particular,
seu editor Kelvin MacKenzie, publicaram uma nota em 4 de setembro de 1985,
bradando a “Flamejante Maldição do Garoto em Lágrimas", alegando que a
“pintura é a causa de incêndios", o Sun conseguiu criar um frenesi popular
em torno da lenda.
No auge do pânico, o Sun iniciou
uma campanha para que os ingleses se desfizessem das imagens malditas.
Semanas depois, conseguiu promover uma grande queima de 2.500 quadros enviados
por seus leitores.
Arrependido, o pintor teria
aparecido em programas de televisão apelando para que as pessoas jogassem fora
suas reproduções. Talvez o fato de o Fantástico ter noticiado o assunto nos
anos 80 explicaria como a lenda se tornou tão famosa também por aqui no Brasil.
Variação
sobre a lenda
Em uma das variações da lenda,
Giovanni Bragolin teria fugido para a Espanha durante a segunda guerra mundial.
Nesse período ele esteve na miséria, e teria feito um pacto com o diabo visando
vantagens financeiras. Em troca dos favores ele ofereceu seus serviços ao
diabo, que teria incumbido Bragolin de uma missão, e que assim que ele a
cumprisse ele deveria pintar quadros a respeito, e assim vendê-los. O pintor
teria incendiado um orfanato, causando a morte de várias crianças. Apos esse
evento, ele teria pintado os quadros das crianças que choram, retratando
diferentes tipos de mortes para elas.
domingo, 10 de dezembro de 2017
Poesia em sala de aula - 2° ano do Ensino Médio - Colégio Theóphilo Sauer - Acadêmicos Andressa Fernanda Oliveira Strutzki e Vicente Orsi Vargas
Data da aula: 05/06/2017 e 12/06/2017.
Duração: quatro horas-aula.
Ano: 2º ano do ensino médio.
Objetivo: aprofundar os estudos sobre características do gênero poesia e estimular o gosto pela leitura, além de trabalhar interpretação de textos e o trabalho em grupo.
Conteúdo: gênero poesia.
Materiais: impressos: breve biografia de 7 poetas da Língua Portuguesa. Três ou quatro poemas selecionados de cada poeta. Foto do poeta.
Procedimento:
Os alunos serão divididos em 7 grupos, escolhidos por eles. Cada grupo receberá o material impresso de um poeta. Os alunos terão que ler as biografias do seu poeta, observar a fotografia e depois ler os poemas. Debaterão, dentro do grupo, sobre o que foi lido. Irão compor um cartaz, que deverá conter a imagem do poeta e um poema, ou trecho de poema, a ser apresentado para o grande grupo.
Os alunos terão que fazer uma releitura da obra, podendo essa releitura ser um outro poema, influenciado pelos poemas do seu autor, ou um desenho, uma música, ou qualquer outra manifestação que pretendam. O final do trabalho é quando cada grupo apresenta, além do seu cartaz, a releitura que fizera e também explica como foi a vida e a obra do poeta. Os próprios colegas irão fazer a avaliação dos demais grupos, observando, entre outras coisas, a participação de cada componente do grupo na apresentação, além da qualidade do trabalho apresentado.
Os poetas selecionados foram: Alphonsus de Guimaraens, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Fernando Pessoa, Manoel de Barros, Mário Quintana e Vinícius de Moraes.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Autódromo - Plano de aula - 1° ano do Ensino Médio - Colégio Theóphilo Sauer - Acadêmicos Alessandra Ribeiro de Oliveira, Andressa Fernanda Oliveira Strutzki e Vicente Orsi Vargas
Data da aula: 29/11/17
Duração: duas horas-aula
Ano: 1º ano do Ensino Médio
Objetivo: promover
integração e cooperação entre os alunos, estimular o raciocínio lógico e
conhecimentos gerais por meio de uma gincana.
Conteúdo: Gincana, ditados populares, interpretação.
Recursos: Materiais
impressos.
Procedimentos:
1º momento: os professores organizarão a turma
em quatro grupos e explicarão como irá ocorrer a gincana. Os alunos escolherão
seus grupos, e criarão um nome para sua equipe.
2º momento:
·
Dentro de uma caixa haverá
várias fichas representando, por meio de imagens, alguns ditados populares. Os
integrantes das equipes terão que adivinhar a que ditado se refere a figura, e
passar por um circuito para então responder. O grupo que primeiro chegar ao final do
circuito e responder corretamente, pontuará.
3º momento:
·
Um componente de cada grupo
irá retirar de dentro de uma sacola fichas com nomes de cidades. O mesmo integrante
terá que fazer um desenho para os demais adivinharem qual é a música.
LISTA:
Rio Grande
Rio Grande
Igrejinha
Taquara
Porto Alegre
Canoas
Alto Feliz
Arvorezinha
Bom Jesus
Cachoeirinha
Chapada
Cristal
Dois Irmãos
Estrela
Três Coroas
Mato Leitão
OBS: conforme as atividades
forem sendo desempenhadas, a pontuação dos grupos será anotada para, no final, se
verificar qual é a equipe vencedora.
Assinar:
Postagens (Atom)








